5 mudanças que fizeram meu ano melhor.


1- Realmente mães, eu não sou todo mundo.
     Minha mãe nunca disse isso para mim, ou pelo menos, não que eu me lembre, mas pelas mães de vocês, e se esse ditado existe, que bom que existe, se não significaria quase que exatamente que temos uma data para tudo, você vai ter que casar aos 26, porque aos 18 você entrava na faculdade e aos 24/25 você saia dela, que estabeleceu essas coisas? Tá erradíssimo gente. Tenho 18 e ainda estou tentando passsar no vestibular, o meu príncipe encantado nem chegou ainda, filhos? Não, obrigada por um bom tempo. Não somos todo mundo porque as pessoas fazem as coisas em seu tempo, fiquei mal quando vi meus colegas entrando em uma faculdade e eu aqui, claro que isso não me fez se sentir também feliz por eles, mas aprendi que: Ok, você quer entrar também, se esforça. Não consegui? Não era sua vez. Vamos seguir o rolê.

2- Eu me importo sim e não preciso esconder isso.
     Tentar ser a pessoa mais fria do mundo fazia super sentindo em 2016, quando eu ia dar adeus a escola, professores e colegas. Mas, guardar tudo só me fez se sentir pior é mais arrependida de não demonstrar, perdão aos corações de pedra, mas eu me importo sim, posso não demonstrar sempre com lágrimas, mas se eu puder mudar alguma coisa, eu vou lá e faço, não preciso que saibam que fui eu e que venham me agradecer, só preciso de um sorriso e de ar aliviado. Às vezes, se importar é o melhor que a ente pode fazer pelas pessoas que amamos, não finja que isso não é verdade, se faz falta no dia dia, então tenho péssimas notícias: Você sente, você se torna responsável por cuidar daquilo e não deixar que te mate de saudades quando estiver longe.

3- Parei de vez, chega de refrigerante.
      Isso não é tão sentimental quanto os dois itens anteriores, mas foi um hábito que realmente me fez bem. Começar a recusar o refrigerante me fez melhorias físicas e mental, o alto açúcar traz muitas doenças pra a saúde, então para mim não valia a pena. Enxerguei essa mudança como um alcoólatra deixando para trás o álcool, foi tão difícil quanto, mas nada é tão difícil quando há persistência, entretanto minha família inteira mantém o vício. Diabetes mandou lembranças!

4- Dance, dance, dance.
       Quando eu ouvia uma música, eu ficava crimado passos malucos para ela mentalmente, até que um dia, tirei a música de fone e os passos do pensamento e saiu a dança, ok, não era aquelas que você vê eu no YouTube e muito menos pesquisei: Aula de dança, há uma sensação maravilhosa em colocar uma música que você gosta e dançar como sabe, criar passos e guarda-los com você, isso me fez muito bem, mais mentalmente do que fisicamente. Então, vou continuar criando coreografia para as músicas, mesmo que saiam feias ou nada a ver, criar passos mostra que tenho controle sobre a música, sobre a dança e sobre a vida. Quer alguma coisa que todo mundo faz de um jeito? Faz diferente, faz do seu jeito, vai dar certo também.

5- Girl, eu não sabia que você era disso.
        Durante o tempo na escola, eu não me destacava por ser uma das mais inteligente, minhas notas eram na média e de vez em quando eu ia para recuperação de alguma matéria que eu tinha dificuldades, como física ou matemática. Mas, depois de sair da escola decidi que queria estudar para valer e fui fundo nisso, eu não sabia que eu podia virar uma "super nerd", mas qualquer um pode, basta se esforçar e estar disposto a aprender, claro que foi difícil receber as notas baixas em simulados, redações e encontrar dificuldades em questões, mas isso faz parte, tudo bem não saber tudo, não está tudo bem é se conformar com isso.


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